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SMC é apontado em matéria da Tribuna como exemplo de sindicato forte, combativo e atuante

Atuação do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) é um dos destaques da edição de terça-feira (11) do jornal Tribuna do Paraná. O reconhecimento das conquistas do SMC foi dado pela procuradora do trabalho Margaret de Carvalho em uma das matérias da série especial sobre sindicatos produzidas pelo jornal.

Para a procuradora, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) é uma referência de organização honesta, combativa e atuante da cidade. A matéria publicada ainda traz os exemplos dos bons resultados conquistados pelos trabalhadores liderados pelo SMC, que garantiram reajustes e acordos acima da média nacional.

- Confira, na íntegra, a reportagem da Tribuna do Paraná:

"ATUANTES

Procuradora dá exemplos de sindicatos combativos, que conquistam benefícios pros trabalhadores

A procuradora do trabalho Margaret de Carvalho ressalta que a desonestidade não é generalizada e há sindicatos bastante combativos e aparentemente honestos. O que não significa, também, que combatividade e honestidade caminhem juntas.

Entre os bem atuantes, ela cita o dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec). Não é à toa que conseguiu vários benefícios à categoria, como Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e aumentos salariais acima da média de outras categorias.

Os metalúrgicos da Renault, por exemplo, acabaram de receber a primeira parte do PLR de 2017, de R$ 19,3 mil. Isso representa uma injeção de R$ 115,8 milhões na economia do Paraná. A próxima parcela será paga ano que vem e totalizará R$ 24,8 mil por metalúrgico da Renault, que tem fábrica instalada em São José dos Pinhais, com 6 mil trabalhadores, 4 mil deles no chão de fábrica.

Outro acordo coletivo de trabalho, também intermediado pelo Simec, foi com a fabricante de autopeças AMM do Brasil, em Araucária. Através do Programa de Participação nos Resultados (PPR), os funcionários podem receber até R$ 12 mil, pagos em duas parcelas, até o ano que vem.

Entre o rol de atuantes, a procuradora também cita o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde de Curitiba (Sindesc), o Sindicato dos Bancários e a APP-Sindicato. “O Sindesc não deixa passar nada, está sempre aqui (no Ministério Público do Trabalho) denunciando. Os professores acho que são a categoria mais forte que já vi, com enorme capacidade de organização. Os trabalhadores têm participação direta lá [na APP-Sindicato]. E onde existe a cobrança da categoria, o sindicato é mais forte. Como que o sindicato sabe que tem algo errado? Quando a categoria participa e vai lá denunciar”, diz a procuradora.

Ganho real

Apesar dos problemas do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) com a Justiça e a polícia, mostrados ontem pela Tribuna, não significa que não seja um sindicato atuante. Segundo a assessoria de imprensa da entidade, a evolução dos reajustes salariais da categoria foi mais expressiva nos últimos anos, em comparação com os resultados obtidos pelas diretorias anteriores. De 2011 a 2017, sob o comando do presidente Anderson Teixeira, o aumento real (acima da inflação) dos motoristas foi de 42,56% e dos cobradores chegou a 58,87%. No período de 1998 a 2010, o ganho real dos trabalhadores do transporte coletivo foi de 0,15%. O levantamento é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)."

 

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