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21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Criada originalmente como 16 Dias de Ativismo, a iniciativa surgiu em 1991, nos Estados Unidos, idealizada por 23 feministas de diferentes países reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL).

No Brasil, a campanha foi ampliada para 21 dias com o objetivo de incluir o período entre 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, e 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Essa adaptação conecta a luta contra a violência de gênero à luta contra o racismo e destaca a dupla vulnerabilidade vivida pelas mulheres negras.

O Departamento da Mulher do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, junto com a Força Sindical do Paraná, reforça a importância da data e se soma ao movimento nacional que chama atenção para o enfrentamento à violência contra as mulheres. A atuação das entidades ressalta o papel dos sindicatos na defesa dos direitos das trabalhadoras e na promoção da igualdade de gênero dentro e fora dos locais de trabalho.

A campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres é uma mobilização global que busca conscientizar a sociedade sobre as diversas formas de violência de gênero, como a física, psicológica, sexual, patrimonial e digital.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023, mulheres pretas ou pardas foram mais afetadas pela violência psicológica, física ou sexual (6,3%) do que as mulheres brancas (5,7%). O 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta ainda que 1.467 mulheres foram vítimas de feminicídio no mesmo ano.

As agressões decorrentes de violência doméstica também cresceram 9,8%, totalizando 258.941 casos. Houve aumento nas tentativas de feminicídio (7,2%, com 2.797 vítimas) e nas tentativas de homicídio contra mulheres (8.372 casos, alta de 9,2%). Além disso, cresceram os registros de ameaças (16,5%), perseguição ou stalking (34,5%), violência psicológica (33,8%) e estupro (6,5%).

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