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Metalúrgicos da Renault podem entrar em greve a partir de sexta

Os cerca de 5 mil trabalhadores da Renault, de São José dos Pinhais, podem entrar em greve a partir desta sexta-feira, dia 4. A ação faz parte da Campanha Salarial 2009, promovida pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). Em assembléia realizada hoje em porta de fábrica, os funcionários rejeitaram a proposta de reajuste salarial feita pela empresa: reposição de 100% das perdas inflacionárias (estimada pelo Dieese entre 4,67% e 4,70%) e 1% de aumento real referente à diferença da negociação de 2008, já para setembro, além de um abono de R$ 1,5 mil também para esse mês. Após recusarem os valores, os metalúrgicos deram prazo até quinta para a proposta avançar. Se isso não ocorrer, a paralisação por tempo indeterminado pode ser deflagrada já na manhã de sexta.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 11% em setembro (aumento real, diferença da negociação de 2008 e mais correção da inflação), abono de R$ 2 mil a ser pago até 11/09, elevação do piso salarial para R$ 1,5 mil, entre outras bandeiras de luta. “Assim como as outras montadoras, a Renault também vive um bom momento. Contratou recentemente 600 trabalhadores e ampliou sua produção. O setor foi beneficiado pela redução do IPI, e agora colhe os bons frutos dessa medida. É justo que os trabalhadores sejam beneficiados com um reajuste digno, à altura da lucratividade obtida pela empresa”, afirma o presidente do SMC, Sérgio Butka. A data-base da categoria é em 1º de setembro.

Volks e Volvo

Além da Renault, o SMC também está em negociação com mais duas montadoras de Curitiba e Região Metropolitana: Volkswagen-Audi (São José dos Pinhais) e Volvo (CIC). Na manhã de hoje, foi realizada uma reunião com a Volvo. O resultado dessa reunião será passado aos trabalhadores em assembléia amanhã. Também amanhã, o SMC tem agendada reunião com a Volks-Audi. Na quinta, tem assembléia em porta de fábrica. A reivindicação dos metalúrgicos das duas fábricas é a mesma da Renault, a exceção da diferença da negociação de 2008, ou seja: 10% de reajuste e R$ 2 mil de abono em setembro e elevação no piso da categoria para R$ 1,5 mil.

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