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Saúde: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho é bandeira do SMC

Na manhã desta quinta-feira (22) o Departamento de Saúde e Segurança no Trabalho realizou encontro para planejamento estratégico das próximas ações da agenda permanente do SMC para inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho. Nesta oportunidade, além dos diretores que já trabalham com a temática da inclusão nas fábricas, somaram-se os novos integrantes da diretoria do Sindicato que também são PCDs e juntam-se a esse time trazendo mais informação, experiência, ideias e conhecimento de causa.

Participaram da reunião os diretores Leandro Aparecido Guerra, Everton Santana, Núncio Manala, Rogerio G. de Carvalho, Francisco Dos Santos Filho, Honeire de Castro, Emerson Castro De Freitas, Thiago Alexandre Hubrie, Lyndsen Gabardo, além dos coordenadores Osvaldo Silveira, Edson Antônio dos Anjos, Robson Jamaica, o médico do trabalho Dr. Zuher Handar, o engenheiro de segurança no trabalho Diego Gramm e o assessor sindical e integrante do Depto de Saúde, Ildemar Gorges.

Na ocasião foi apresentado o plano que dará as diretrizes pras próximas etapas do projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho e também uma pesquisa realizada com os trabalhadores PCDs da Volvo do Brasil.

Agenda permanente 

Quando se trata de inclusão das Pessoas com Deficiência (PCDs) o Brasil ainda caminha a passos muito lentos. Apesar de se tratar de uma grande parcela da população (24% dos brasileiros, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE) e de existirem leis que obrigam as empresas a fazerem esta inclusão, apenas 0,9% das carteiras assinadas no Brasil são de PCDs.

Para tentar amenizar este grande problema do país, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) estabeleceu uma agenda permanente de ações para a inclusão dos PCDs no ambiente de trabalho e demais âmbitos da sociedade. O foco é ampliar não só o número de vagas preenchidas por Pessoas com Deficiência dentro das fábricas, mas buscar mais qualidade de vida, remuneração e trabalho para estas pessoas.

O presidente do Sindicato, Sérgio Butka avalia que “As equipes, lideranças da empresa e colegas de trabalho precisam estar juntos levantando esta bandeira de inclusão. Todos precisam oferecer um espaço seguro, com qualidade e dignidade para que as Pessoas Com Deficiência (PCDs), ao entrarem na fábrica, se sintam de fato parte daquele ambiente. É inadmissível que alguém seja deixado de lado dentro da empresa por qualquer motivo, seja ele por falta de rampas de acesso, a falta de pessoas que compreendem Libras ou mesmo a falta de materiais de apoio em braile ou em áudio”.

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